Segue abaixo o texto do Blog "O Possível e o Extraordinário", o promotor da campanha.
(http://diasimdiatambem.wordpress.com/2008/08/02/pela-conversao-de-ana-paula-valadao/)

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Representante da Universal defende o direito da mulher de decidir por aborto; católicos citam caso Marcela
Mariângela Gallucci, BRASÍLIA
Apelidado de catedral do Direito, o Supremo Tribunal Federal (STF) foi palco ontem de uma disputa entre religiosos sobre a interrupção das gestações de fetos com anencefalia. De um lado estavam os que defendem que o direito à vida é inviolável. De outro, os que defendem o direito da mulher decidir.A ala contrária à interrupção das gestações citou diversas vezes a história da bebê Marcela de Jesus Ferreira. Diagnosticada como anencéfala, ela viveu 1 ano e 8 meses. Porém, especialistas que analisaram os exames da bebê afirmam que ela não era anencéfala. A mãe da bebê, Cacilda Ferreira, estava no STF, assistiu a toda a audiência e tirou fotos com religiosos favoráveis à manutenção das gestações. O grupo teme que uma decisão favorável do STF à interrupção das gestações abra brechas para a legalização de outras modalidades de aborto.Os favoráveis à interrupção de gestações de anencéfalos disseram que a mulher tem o direito de escolher se quer manter a gravidez de uma criança que viverá por pouquíssimo tempo ou se deseja interrompê-la. Já o bispo Carlos Macedo de Oliveira, da Igreja Universal do Reino de Deus, foi mais enfático e disse que deveria ser liberada a realização de abortos. Depois de afirmar que a sociedade é tradicionalmente machista, o bispo defendeu que as mulheres têm o direito de decidir se querem ou não abortar.Na audiência pública presidida pelo ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação, falaram representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), da Igreja Universal, da Associação Pró-Vida e Pró-Família, da ONG Católicas pelo Direito de Decidir e da Associação Médico-Espírita do Brasil.Representante da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, o médico e professor da Universidade Estadual do Rio Rodolfo Acatauassú Nunes afirmou que Marcela era anencéfala. "A anencefalia não é o mesmo que morte encefálica", disse. Cacilda Ferreira, mãe da menina Marcela, afirmou que sua filha "sorria bastante, era muito carinhosa e se sentia feliz". Ela disse que cada segundo da vida da filha foi muito importante e que não se arrepende de ter mantido a gravidez.A professora da PUC de São Paulo e socióloga Maria José Rosado, da ONG Católicas pelo Direito de Decidir, disse que cabe a cada mulher resolver se quer ou não levar uma gravidez de anencéfalo adiante. Maria José leu a carta de uma mãe de Teresópolis (RJ), que tem uma filha com hidrocefalia e, na segunda gravidez, descobriu que esperava um bebê com anencefalia. A carta foi enviada aos ministros do STF. A mãe tentou interromper a gestação, mas não conseguiu uma decisão judicial a tempo. A criança nasceu e morreu. "Viver uma gravidez sem esperança é acordar e dormir no desespero", diz a mãe na carta. "Nunca vou esquecer do caixão com a filha que me obrigaram a enterrar", disse ela. Representante da CNBB, o padre Luís Antônio Bento rebateu: "É melhor oferecer a um filho um caixão do que uma lata de lixo." Marco Aurélio sinalizou que reafirmará sua posição favorável ao reconhecimento do direito de as mulheres que esperam fetos com anencefalia interromperem as gestações. Em 2004, ele concedeu uma liminar liberando os procedimentos em todo o País. Indagado se tinha modificado sua convicção, ele disse que não. "Sinalizei muito convicto que no caso, de início, se pode até imaginar que a interrupção é terapêutica, considerado o bem-estar da própria mulher", afirmou. Ele previu que o plenário do STF julgará a polêmica até novembro. Amanhã será realizada uma nova audiência pública sobre o tema no STF, com representantes de entidades médicas.
FRASES
Carta de uma mãe que teve um filho com anencefalia
"Viver uma gravidez sem esperança é acordar e dormir no desespero. Nunca vou esquecer do caixão com a filha que me obrigaram a enterrar"
Luis Antônio Bento representante da CNBB
"É melhor oferecer a um filho um caixão do que uma lata de lixo"
Fonte: O Estado de São Paulo
PS: Mais uma vez a IURD defende o aborto... Como bem definiu o bispo Robilson Cavalcanti, essa denominação não é nem evangélica, nem protestante e nem pentecostal.
Em entrevista para a Revista Veja, de 6 de dezembro de 1995, o "bispo" já começava com suas opiniões heterodoxas, porém mais leves: "Tenho meus próprios princípios. Não posso emitir opinião contra o aborto. Não sou contra nem a favor. Tudo depende da situação. Se minha filha fosse estuprada, gostaria que o feto fosse abortado" e ainda Macedo continua: "Confesso que não entendi, até agora, que interesse a Igreja Católica tem em defender essa posição(contaria ao aborto). Nós estamos trabalhando no sentido de conscientizar as pessoas sobre a necessidade de planejamento familiar." Naquele instante, Macedo já confundia o assassinato de bebês com "planejamento familiar"!
Essa é mais uma evidência que mostra as igrejas evangélicas, sejam históricas ou pentecostais, a consciência de não considerar a IURD como protestante/evangélica, mesmo respeitando muitos dos membros dessa instituição que são pessoas sérias e tementes a Deus.
A IURD é a mistura de catolicismo popular e suas superstições, candomblé e seu maniqueísmo, neopentecostais e sua doutrina materialista. Quão distante a IURD está da Reforma Protestante do evangelicalismo de Lausanne! Uma denominação que não faz missões, mas clientes; não constrói ponto de pregação, mas filiais; não doutrina, mas manipula... José Saramago, o ensaísta da cegueira, afirmou: "A Igreja Universal do Reino de Deus é uma organização criminosa, uma quadrilha que se dedica ao crime e ao roubo"; fica difícil de discordar!


Trecho do livro Imitação de Cristo de Tomás à Kempis
Meu filho, o que diz? Por que reclama? Pare, pare, não reclame mais. Considere minha paixão e a paixão de meus santos e verá que o que sofre por mim é muito pouco. Ainda não sofreu até derramar seu sangue e, certamente, sofreu pouco comparado àqueles que, no passado, sofreram tão grandes males por mim e aqueles que foram tentados tão fortemente, perturbados tão dolorosamente e de tantas maneiras postos à prova. É para o seu benefício relembrar, portanto, as coisas grandes e sérias que os outros sofreram por mim para que você pudesse carregar mais levemente sua pequenina aflição. E se ela não parecer pequena aos seus olhos, tome cuidado para que a causa dela não seja a sua impaciência. Contudo, seja ela pequena seja grande, procure sempre suportá-la com paciência, se assim puder, sem relutar e sem reclamar. Quanto melhor se dispor a tolerá-la, mais sabiamente estará agindo e mais mérito terá, e, por causa de sua boa disposição e da sua boa vontade, seu fardo será mais leve.
Nunca dirá: "Não sou capaz de suportar isto de tal pessoa, nem esperem de mim que a suporte. Ela me fez grande mal e acusou-me de coisas que nunca passaram pela minha mente; mas, a acusação de um outro homem, eu suportarei". Tal declaração é inviável, pois ela não considera a virtude da paciência ou por quem a paciência será coroada; antes, ela considera as pessoas e as ofensas que elas cometeram.
E assim, não é verdadeiramente paciente aquele que somente suporta o que lhe apraz ou o que procede de alguém que lhe agrada. Um homem verdadeiramente paciente não considera quem lhe causa o sofrimento, se este é seu superior, ou seu igual, ou alguém inferior a ele, ou se é um homem bom e santo, ou um homem mau e indigno. Contudo, seja qual for a hora que uma adversidade ou ofensa lhe sobrevenha e o que quer que seja ela e de quem este sofrimento procede ou quantas vezes ocorre, esse homem verdadeiramente paciente recebe tudo fielmente da mão de Deus e considera todas essas coisas como uma rica dádiva e um grande benefício, pois sabe que não há nada que o homem suporte da parte de Deus que não inclua grande recompensa.
Portanto, esteja pronto a batalhar se quiser ter vitória. Sem batalha não pode chegar à coroa da paciência e, se não quiser sofrer, estará recusando ser coroado. Portanto, se deseja ser coroado, resista fortemente e sofra cora paciência, pois, sem o labor, homem algum pode descansar; e, sem batalha, homem algum pode sair vitorioso.
Oh, Senhor Jesus, pela graça, faça o possível por mim e o que é impossível para mim por causa de minha natureza. O Senhor sabe muito bem que só conseguirei suportar pouco e que fico abatido muito rapidamente, até mesmo com uma pequena adversidade. Portanto, suplico que, daqui por diante, eu possa amar e desejar problemas e adversidades por amor do seu nome; sofrer e ser perturbado pelo Senhor é coisa boa e proveitosa para a saúde de minha alma.
Extraído de The Imitation of Christ [A imitação de Cristo] de Tomás à Kempis. Copyright © 1955 por Doubleday, uma divisão da Random House, Inc. . A imitação de Cristo, Shedd Publicações.






de ter mais liberdade e usá-los algumas vezes", diz Jussara. Mesmo sendo obrigada a seguir à risca as restrições impostas pelos pais, a garota diz que consegue ter sua vida social – e que até gostaria de ser modelo. "Eu teria que sair daqui para conseguir ser modelo, mas esse é o meu sonho", afirma. Jussara é vaidosa, gosta de arrumar o cabelo, colocar vestidos alegres e não dispensa o biquíni (por baixo da roupa) quando entra no mar. "Nos finais de semana nos divertimos na praça e nas lan houses", diz.









